Bom dia, boa tarde, boa noite

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Não sei fazer isso.
As vezes aos 31, andando na rua com minha mãe ela me alerta: – Diego, você tem que falar com as pessoas na rua. Não mãe eu não tenho! Eu não tenho que te dar um abraço ou apertar sua mão. Eu não tenho que perguntar pela sua família ou se você esta bem. Se eu não tenho nada a falar com você eu não tenho que tentar ter algo pra falar com você, simples.


Se eu não gosto da sua roupa, do filme, do lugar ou do seu cheiro de maconha, eu não tenho que gostar. Se você me perguntar, EU NÃO TENHO QUE CONCORDAR. Esse lance de respeitar opinião, não diz que tenho que aceitar as loucuras, exageros, traumas ou ideias idiotas que você ACEITOU DE PRESENTE e disse que são suas. Sim, eu vou REBATER tudo que não gostar, concordar, aceitar ou imaginar ser o certo. Não gostou, FODA-SE!


A vida testa a tenuidade da loucura e sobriedade como quem equilibra um dos lados do cabo de guerra. Eu resolvi pular corda com o equilíbrio, construí milhas referências, não tenho mais que seguir os padrões, só sigo o que cheira bem é quente e fala baixo. Meu referencial tá tão livre que muitas vezes ele foge pros sonhos ou fica em casa, sou desses que as vezes gosta de sair sozinho e não vê o menor problema nisso. EU NÃO VOU MORRER COPIA.

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