Eu sou um provocador

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Geralmente eu irrito as pessoas.

Pode parecer um grande defeito, mas não é bem assim. Questionadores estão instintos, pessoas que perguntam o “porquê” para definir o “como” não são artigos fáceis de encontrar. Hoje, o que vemos mais comumente na rua são espectadores que em grande parte não tem coragem de entrar na arena.

Uma vez ouvi uma frase que me deixou pensando sobre o confronto: Os ideais são pacíficos, o método que geralmente tem violência. Eu percebi ali que era um provocador com um método nada pacífico.

O que eu ganho sendo um provocador com um método violento? Respostas. Ninguém aguenta uma pergunta agressiva. Ninguém sustenta por muito tempo a afronta de ser questionado de forma taxativa. Todos querem estar certos.

Eu irrito as pessoas, não sou obrigado a me tornar um hipócrita que se esconde atrás da palavra “respeito”. Não vejo uma forma mais direta de saber sobre o assunto sem perguntar. Irritar ainda é o método mais pacífico de buscar os ideais escondidos e adoçados com maldade.

 

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