Irritante, sarcástico, debochado, prepotente e originalmente falsificado

 

Meus sobrenomes.

Uma má interpretação grotesca do homem que eu nunca fui. Quem nunca foi mal interpretado? Quem ai vai bater no peito e dizer que esta fazendo tudo certinho e que estão todos satisfeitos com isso? Eu nunca.

Dês de muito cedo eu sabia que ia ser oito ou oitenta. Percebi cedo que as pessoas não querem ouvir o que realmente achamos sobre ela e isso me fascinou, me propus a dar a cara a tapa e deixar ser investigado por consequência as muitas perguntas que faço, aprendi dês de cedo a combater minhas criticas como demônios que mesmo armado me assombrariam.

Não é simples pagar com julgamento fazer as perguntas ou falar as coisas que ninguém tem coragem. Sempre temos que ter a sensação de não estarmos totalmente descobertos. Todos gostam e manter segredos como pilares das mentiras que somos ou contamos. Lubrificados por sorrisos e historinhas mal contadas, a sociedade escorre pelo ralo.

Quanto mais criticado erroneamente ou abusivamente somos, mais nos tornamos pessoas amargas, criticar para pagar na mesma moeda apontando o intimo compartilhado por confiança é baixo. Meu segredo a você é um segredo nosso. Isso era honroso outrora, hoje é a arma dos incapazes adjetivistas que me dão sobrenomes. Nunca vai ser o critico que aponta onde o homem forte tropeça que vai me tirar o gosto do suor ou do sangue de realmente estar prostrado no centro da arena. Ali só esta o desprovido do medo de ser si mesmo e disso me orgulho.

 

 

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