Ao justo

Não desista!

A justiça é matemática, simétrica e comum. Sutilmente desaparecida nos olhares ilícitos dos espertos, sobriamente embebedada na coragem dos agressivos e exalada ardorosamente pelos medrosos.

O erro de achar que todos conseguem ver igualmente o que só solitariamente é certo para quem de certo usa a vocação. Convencer injustamente que o justo é quem abre mão de ser razão para ser igual.

Das vantagens de ser um bobo eu guardo já guardado o fardo mais pesado de ser o chato que nunca vai ser positivo ao dividir o divisível pela meritocracia do grito mais alto.

Diante da minha falha moral atemporal, sou o jeito mais banal do jeito certo de ser.

O erro do justo é ver justiça no erro.

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