Apenas cafuné

Tão míticos quanto folclóricos.

Dias atuais os que suportam os iniguais motivos nossos de sermos plenos. Grandes pequenos, bravos trêmulos. Reduzidos aos gemidos do ego. Silenciados pelos motivos cegos que temos, ingênuos. Nós!

Querendo um canto quente no abraço de alguém. Comprimindo-se nos fardos das horas que sobram no dia. Sendo afagado pelo amado jeito de ser. Somos!

Desejando o ninho perfeito. Esperando o jeito direito de abri-se a total confiança de deixar alguém coberto por todos os nossos medos. Entregues inocentes chorosos ou sorridentes, “dorminhosos” exigentes indigentes de si. Só queremos o toque que não temos desse mundo de ilusões.

Ao carinho que recebemos, grato sempre estaremos a quem nos cobre de mãos que só nos protegem. Nossos silêncios só querem a paz de um abraço.

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