Desculpa, a culpa é minha!

“Mede-se o homem pela culpa que ele assume.” Já dizia meu pai.

É o medo, eu sei. Não é simples aceitar a vergonha ou o peso da culpa merecida, assistida. Por gerações, vivemos esperando que o erro suma sem ninguém ver, eu entendo.

Assumir o descontrole, descaso, desconhecimento ou o desatento momento. Aceitar o tormento do julgamento. Recolher os acertos e sumir com a credibilidade que só toda uma vaidade pode criar. Eu sei, nós não erramos.

E se a cultura mudasse? E se quem errasse não amargurasse toda a zoação? E se dês da infância quem errasse fosse acolhido ao acerto bondoso do então odioso medo de assumir?

Uma hora isso tem que mudar. Não é melhor quem aponta ou quem mostra onde quem erra tropeça. Melhor é unir como peça a vontade de ser exemplo com o caminho mais certo a seguir. Nem sempre humilhar pode melhorar um homem que com toda força tentou assumir toda culpa. Mede-se um homem pela capacidade de concertar um erro também. Melhorar vai além de criticar o erro de alguém.

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