Eu dependo de idiotas

De todas as maneiras possíveis!

E quando choro de raiva, quando sou grosseiro e egocêntrico. Em momentos de medo e de total insegurança. Sobre as lutas e os desesperos que monto. Nos lugares bonitos e naquelas tardes em que me encontro solitário . Ao meio dia ou meia noite. Deitado nela ou sem ela. Cercado sempre estou.

Capturado por todas as minhas perguntas. Esperado resoluto nas minhas promessas. Calmo diante do caos. Exato no calculo. Forte no fraco. Totalmente dependente!

Sofisticando dentro das minhas confusões. Solicitando exageradas explicações. “Coadjuvando” as mais variáveis emoções. Coexistindo entre todas minha versões. Idiota, poliglota de linguagens que só dizem minhas verdades.

Todos as inúmeras idiotices em mim, formam apenas o maior dependente de todos, eu! Enfim, no final acabamos sempre cercados de nós mesmos. Sempre cercados de ineptos que só nós identificamos, não é?

 

 

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