Motivos

Tão destemidos achamos que somos descansados em razões. Tão protegidos estamos conjurando as vocações dos acontecidos esquecidos em nós. Tão concentrados em sermos ilhados nos caminhos que traçamos para o sucesso, tão sós, tão finitos.

Motivos, os empurrões que obrigam a caminhada finda dos passos trêmulos buscados pelos sentido da vida. Tão afogados em “ter que”. Tão sufocados por “ser”. Tão exigidos a sermos normais. Tão patéticos.

Usados como armas do fracasso, do descaso, da mentirar, do “malefícioso”, sempre o escudo do mais vocacionado medroso. Motivos, racionais explicações as inexplicáveis ações, sempre uma palava rara em meio aos bons, sempre fugidos quando apontados a nós. Motivos, o argumento que sempre podemos causar a vida que queremos ter.

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