Não mentir, um dom que o mundo não merece

Jogadores de pedras pro ar, especialistas em desviar ou retirar o teto de vidro da reta. Fortes torres erguidas em hipocrisia, em mentira, em nada, em ninguém, todos um pouco.

Protegidos pelos tratados de diplomacia, da voz macia, do medo da dor, de doer. Nunca sabidos que nossas verdades são quase que populares, estão em todos os lugares. Onde não contamos problemas, mostramos nossas algemas brilhantes e lustrosas de verdades que escondemos. Onde não existimos límpidos, fedemos a histórias que inventamos para sermos os heróis que gostaríamos que nos salvassem.

Vividos em cavernas no peito. Crescidos eleitos ao fracasso de ser normal. Achados perdidos em verdades, vaidosos pomposos, incrédulos a honra de ser tudo que somos. Seres despreparados a ouvir a verdade de forma crua, precisados de todo o adoçamento que o esquecimento pode oferecer, não sabemos mais lidar com a verdade que existe. O mundo não sabe mais ouvir sobre o inegável, somos agora nossas histórias inventadas, o resto é só fato!

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