Nossos públicos particulares

Não é simples ser o crítico que aponta onde o outro homem tropeça, mas se eu não o fizer quem o fará? Quem dirá, sem temer te perder, que você é uma farsa? Quem não fará promessas para que você viva iludido? Vale mesmo ter ele como amigo?

Quantas pessoas realmente te dizem a verdade, sem piedade? Quantas vidas você espera ter para ser alguém que exista fora do mundo que você inventa? Tantas perguntas amoladas como navalhas né! Tantas respostas que você não sabe dar, tantas.

Somos tão particulares que hoje exaltamos altares de quem queríamos ter. Somos tão pouco populares quando nos vemos diante de quem deveríamos ser. Somos tão incríveis quando percebemos que o mais incrível da vida é viver. Tão nossos somos nós, tão bom é ser de verdade, tão!

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