O cheiro da paz

Mal sabemos que elas querem firmeza. Firmes no que somos, no que falamos, no que prometemos. Mal sabemos que o que elas querem é confiar fácil no que mostramos. Ser fácil no que findamos no mal a elas. Mal sabemos.

Talvez bons em muita coisa, mas não muito confiáveis, talvez instáveis, talvez mais. Todos errôneos, perdidos nos cheiros caprichosos das caras fragrâncias da inquietude, talvez nada, talvez virtude da atitude.

Mal sabemos ainda coexistir com o reboliço feminino. Todos somos ainda meninos que não entendem bem que perfumes caros podem não ter cheiro de paz. Talvez mal saibamos disso sobre elas, sobre ser esse o cheiro que elas querem.

Related Posts

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *